27 de junho de 2015

Música em Família: do Jazz ao Rock Gótico.

Sinceramente, não sei dizer por que é que nunca escrevi sobre música aqui no blog.
Nossa família é toda musical, e apesar de eu não saber tocar nenhum instrumento (que vergonha rs) sempre gostei de música.
Cresci ouvindo músicas infantis do final da década de 80/90 de grupos como Balão Mágico, Xuxa, Trem da Alegria... Era isso que a gente ouvia na época.


Mas meu irmão e eu ouvíamos também os LPs de Heavy Metal que nosso tio colocava pra gente, quando nós íamos na casa da vó.
Apesar de passar por várias "fases musicais", o gosto pelo Rock foi ficando mais evidente.
Passei por uma fase mais Punk Rock, depois a coisa toda foi para o Heavy Metal, Hard Rock, Classic Rock, Rock anos 80, Rock Gótico, Darkwave, Post-Punk...
Hoje em dia ouço um mix de todos esses estilos.
Meu marido sonhava em ser jogador de futebol, mas na adolescência conheceu o Rock através dos colegas e desenvolveu o gosto pela guitarra. Depois de muitas bandas e estudos, se formou no Conservatório de Tatuí e hoje é guitarrista por profissão, de música instrumental, mais pro lado do Jazz.
Ao contrário dele, eu nunca estudei algum instrumento. Tinha as bandinhas com colegas da escola mas gostava mais de ficar no microfone. Chegamos a fazer aulas de música por pouco tempo (meu irmão e eu), e nos divertíamos bastante.
O tempo passou, Antonio e eu nos casamos, o Pietro nasceu... E procuramos sempre incentivar o gosto pela música, nele.
Durante a gravidez eu ouvia bastante música clássica, porque dizem que é bom para o desenvolvimento do bebê ainda no útero da mãe. 
Leia mais em:

Música na gravidez ajuda no desenvolvimento do bebê


Acompanhava meus maridos nas apresentações dele também durante a gravidez. Hoje em dia logicamente ele sempre estuda guitarra em casa, levamos o Pietro à apresentações, acompanhamos gravações, etc.
Pietro sempre se mostrou interessado por música. Ainda não tem um instrumento favorito, pois já teve fase de querer ser baterista, e agora diz que quer ser guitarrista como o pai.
A gente ainda não o colocou para fazer aulas de música porque ele está começando a ser alfabetizado, e se for da vontade dele aprender um instrumento, com certeza iremos incentivar.
Só não dá para impôr nada, porque daí acho que a tendência seria ele desenvolver um asco por música, já que nada que é imposto é natural. Vamos ver como vai ser...
A tendência é ele gostar sim, e em casa tem o gosto musical da mamãe e do papai. Pode ser que ele acabe gostando de outros estilos, também não vejo problema nisso. Ele adorava A Galinha Pintadinha, Papati & Patatá, Palavra Cantada - que ainda curte muito.
Mas esse ano, por exemplo, ele já deixou claro que quer a festinha de aniversário com o tema da banda de Hard Rock Kiss - virou fã da banda e principalmente do Gene Simmons (baixista):

É bacana ter influências, como a do meu tio quando eu era pequena. Acho que arte é sempre arte e vale a pena incentivar, seja qual for a forma de arte: música, desenho, pintura, etc etc etc!

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