20 de março de 2015

Publicidade infantil e a relação com as famílias

A publicidade pode ser muito "do mal" às vezes né? Principalmente com as mães/ pais.
Existem comerciais de produtos alimentícios voltados pra crianças que tentam te fazer se sentir totalmente ‪#‎menasmain‬ se você não der aquilo pro seu filho. E é desse tipo de publicidade que quero falar.
Eles colocam tantas qualidades numa porcaria, que se você não pára pra raciocinar, até acredita.
Frases como: "dê o melhor ao seu filho, compre x" deveriam ser proibidas, até porque são porcarias que NUNCA conseguirão superar a qualidade do que é natural.
O pior é que existem muito mais propagandas para coisas assim, "do mal" (porcarebas industrializadas que causam uma série de doenças a longo prazo), do que para divulgação de coisas realmente boas e importantes na TV.
Um exemplo: fórmulas lácteasxcampanha de aleitamento materno.
Eu nem sei quem o Ministério da Saúde escolheu para fazer o comercial sobre Amamentação desse ano, não devo ter visto nenhuma campanha ainda...


Em compensação, os intervalos são bombardeados de propagandas de fórmulas lácteas que prometem maravilhas.

As fórmulas são importantes? Claro que sim. Porque se a mãe não pôde amamentar por alguma razão, é a fórmula que vai auxiliar na nutrição da criança.
Mas ela não é melhor que o leite materno e nem nunca vai ser, por mais que queiram vender essa idéia.

Então, quem é a menasmain, que é desmerecida o tempo todo em rede nacional e muitas vezes até pelo proprio pediatra? A "fracota" que amamenta, lógico.
E esse é só um exemplo, já que a publicidade explora várias outros "temas" dentro do próprio ramo alimentício mesmo e vai até roupas, calçados, brinquedos, sempre tentando impôr um estilo de vida, um ideal que nem sempre faz parte mesmo da vida das pessoas.

Os documentários Muito Além do Peso e Criança - A alma do negócio mostram bem como age a publicidade voltada ao público infantil.
Recomendo assistí-los e as convido à reflexão!
Afinal de contas podemos ser consumidores sim, mas conscientes e com bom-senso.
Encerro aqui com esse trecho do documentário Muito Além do Peso:

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