7 de julho de 2013

O primeiro show de rock a gente nunca esquece \m/

Pietro & Ayla curtindo um Rock n' Roll
Hoje, domingo, fomos a um evento de bandas de Rock independentes aqui de Campinas. Foi a primeira vez que o Pietro esteve em um show de Rock. E a reação não poderia ser melhor!
Fomos: eu, meu marido, Pietro, minha amiga Rubi e a filhinha linda Ayla. Encontramos amigos queridos e foi bem legal.
O que me deixou mais feliz foi ver as crianças curtindo a música. Dizem que gosto musical começa desde cedo e precisa ser incentivado... Estou procurando fazer a minha parte hehe.
Não se trata de querer obrigar meu filho a gostar de um estilo musical, mas acho natural essa tendência da criança ter mais contato e se interessar por gêneros musicais e gostos dos pais.
Quando éramos crianças, meu irmão e eu fomos incentivados pelo meu tio que sempre gostou de Heavy metal. Desde cedo a gente teve contato com o estilo musical. O que não interferiu nas nossas fases de ouvir músicas infantis e outros estilos.
Na adolescência nosso interesse pela música foi amadurecendo, e posso dizer tranquilamente que não tive problemas em compartilhar o mesmo espaço com meu irmão, já que ambos sempre fomos fãs de Rock e Metal em suas variadas vertentes. Já nossos pais gostavam de Discoteca, MPB, mas nada muito "chocante" às nossas preferências musicais.
Não sou a favor de impôr e obrigar nada. Pelo contrário, acho positivo o incentivo pelas coisas boas. E claro, a arte (música) é uma delas.
Com um pai músico, vai ser difícil o Pietro ter uma visão preconceituosa ou limitada sobre música.
Ele é e sempre será livre para gostar e ouvir o que quiser, pois é um ser humano livre. Nosso papel é só apontar o caminho, e ele escolhe se vai seguir ou não.
Alguns amigos brincam dizendo: "E se ele gostar de pagode, de samba, Carol?"
Isso pra mim não é o mais importante, já que a prioridade é a construção do caráter dele. Mas se ele gostar de um estilo musical que eu detesto, vou fazer o quê? Falta de incentivo não foi.
As crianças se divertiram bastante, e nós adultos, também.

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