Já faz quase dois meses que cancelei a matrícula do Pietro na creche municipal.
Não me arrependo, porque ver meu filho entrar em desespero não estava me fazendo bem. Muito menos à ele.
Meu filho mudou de comportamento bruscamente, passou a ficar carente de mim e do meu marido, assustado, desconfiado.
Passou quase um mês inteiro doente, com febre alta.
Não é fácil pedir pra minha mãe ficar com ele, mas ela mesma viu como meu filho mudou.
Ela foi na creche, um dia, espiar o comportamento do Pietro e o que viu foi um menino triste, de cabecinha baixa, que não largava a mão dda monitora pra nada, nem pra brincar.
Agora eu pergunto: isso é normal? É normal ver seu filho sofrendo e mesmo assim insistir?
Infelizmente muitas mães não têm com quem deixar os filhos, então as crianças são obrigadas a se acostumarem com a creche de qualquer jeito. Eu entendo, pois não há o que fazer.
Mas no meu caso, apesar de ter que ouvir algumas reclamações, preferi fazer o que achei ser certo.
Se estou certa ou errada, não sei. Só fiz o que meu coração mandou.
Pretendo tentar de novo no ano que vem, vamos ver...
13 de abril de 2012
27 de fevereiro de 2012
Dica de xampu infantil Lorys Baby - não testam em animais!
O que é bom, é pra ser elogiado.
Alguns dias atrás o Pietro me pediu pra comprar um xampu pra ele. Peguei um da prateleira que estava mais "em conta" e parecia ser bom. O xampu era o Shampoo Lorys Baby Calêndula, da Sther cosméticos.
Usei no Pietro e adorei, pois é cheiroso, não irritou a pele, e uma informação importante: ao verifcar a embalagem vi que tinha um selinho que dizia: "não testamos em animais".
Veifiquei no site da PEA e confirmei a informação: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm
Mandei um e-mail pra eles elogiando, pois também é uma marca nacional e temos que valorizar.
Belo trabalho!
Alguns dias atrás o Pietro me pediu pra comprar um xampu pra ele. Peguei um da prateleira que estava mais "em conta" e parecia ser bom. O xampu era o Shampoo Lorys Baby Calêndula, da Sther cosméticos.
Usei no Pietro e adorei, pois é cheiroso, não irritou a pele, e uma informação importante: ao verifcar a embalagem vi que tinha um selinho que dizia: "não testamos em animais".
Veifiquei no site da PEA e confirmei a informação: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm
Mandei um e-mail pra eles elogiando, pois também é uma marca nacional e temos que valorizar.
Belo trabalho!
20 de fevereiro de 2012
Sabonete da Turma da Mônica deu alergia!
Há algumas semanas atrás, o Pietro viu na prateleira do supermercado o sabonete da Turma da Mônica e quis comprar.
Usamos outros produtos da mesma marca, como a fralda Turma da Mônica e o Repelente Infatil e nunca tivemos problemas. Porém, após lavar o Pietro com o sabonete, saíram várias marcas vermelhas pelo corpo dele, causando muita coceira.
Pedi pro Tonhão colocá-lo na banheira de novo e enxaguá-lo só com água, e a alergia foi passando...
Imediatamente liguei pro 0800 da Kimberly-Clark do Brasil e relatei o ocorrido.
Eles foram bem atenciosos, e até ligaram uns dois dias depois para verificar se já estava tudo bem. E a explicação foi que alguma coisa no organismo do Pietro rejeitou o produto.
Não foi nada grave porque o lavamos logo em seguida pra retirar o sabonete da pele, mas vale a pena relatar aqui o acontecido pra que outras mamães saibam como agir nesse caso.
19 de fevereiro de 2012
Pietro na creche (adaptação difícil!)
Depois de esperarmos práticamente um ano pela vaga na creche municipal, finalmente conseguimos.Conversamos bastante com o Pietro durante esse tempo, e ele também estava bastante empolgado, pois conheceria outras crianças, brincaria no parquinho...
Decidimos colocá-lo na creche por dois motivos: o primeiro, é porque ele precisa conviver com outras crianças. Já que na nossa família não tem outras crianças da idade dele e ele é muito ativo, acreditamos que a escolinha seria o melhor meio de socialização.
O segundo motivo, seria pra dar um pouco mais de "sossego" pra minha mãe. Ela tem me ajudado muito desde que o Pepê tinha quatro meses e tive que voltar ao trabalho.
Desde então, ele tem ficado com a vovó, e é até engraçado reparar no vocabulário que ele usa.
O Pietro não responde "é". Responde "sim".
Não fala "suvaquinho" e nem "bunda", fala "axila" e "bumbum". Coisas da convivência com adultos, imagino eu rsrs.
Enfim, chegou o grande dia. Assim que ele entrou na sala e viu as outras crianças chorando, abriu o berreiro. Foi assim a semana toda!
No final da primeira semana e início da outra, ele já começou a protestar contra a escola, pois não queria ir de jeito nenhum!
Na segunda-feira (2ªsemana), ele teve febre. Mesmo assim o levei pra creche, pois parecia uma febre leve.
Quando minha mãe foi buscá-lo, ele estava queimando de febre!
Na manhã de terça o levamos no pronto-socorro e o médico disse que não tinha nada inflamado.
Disse que poderia ser o organismo reagindo pra criar anticorpos, já que ele está convivendo com outras crianças agora...
Ficamos tristes porque parecia que nós estávamos obrigando o Pietro a fazer uma coisa que ele realmente não queria. Até pensamos em tirá-lo da creche, ou colocá-lo numa escolinha particular, mas resolvi conversar com a professora, primeiro.
A professora dele está na mesma escola há 17 anos, e eu precisava entender o que estava acontecendo.
Conversamos bastante, e ela me disse que precisamos continuar tentando, pois ele vai chorar em qualquer lugar. Os laços ainda são muito fortes, do filhinho que mamou na mamãe até dois meses atrás. Mas decidimos tentar, pro bem dele.
A professora está nos ajudando, conversando com ele e tentando incentivá-lo a gostar da escola. Na última sexta, ele não estava chorando quando fomos buscá-lo. Estavam assistindo A Galinha Pintadinha.
Tomara que as coisas se acertem, pois quero ver meu filho feliz, acima de tudo.
5 de janeiro de 2012
Pietro desmamou
Aos 2 anos e 3 meses, e vou contar como foi.
Minha ginecologista sumiu (deve ter ido viajar), e eu queria fazer uma consulta, então fui em outra, por indicação da minha prima.
Ela me pediu vários exames, e para meu espanto, disse que eu teria que parar de amamentar urgentemente, ou então voltar a tomar a mini-pílula (Cerazette).
Segundo ela, o Diane 35 é considerado um dos anticoncepcionais mais fortes, e que eu estava inserindo hormônio feminino no organismo do meu filho. Fiquei desesperada porque nem minha ginecologista e nem o pediatra me alertaram sobre isso e eu já tinha voltado a tomá-lo alguns meses atrás e continuava amamentando.
Saí de lá com vontade de chorar, desesperada, pois já estava amamentando o Pietro e tomando o Diane 35 há mais ou menos 7 meses!!!
Ainda bem que ele estava usando mais o peito pra chupetar do que pra sugar o leite, mas mesmo assim fiquei preocupadíssima.
Como eu sofro bastante com os ovários policísticos, achei que seria melhor parar de amamentar.
E consegui, apesar do Pietro não ter gostado muito no começo, mas conversei bastante com ele.
Não passei nada com gosto ruim no peito, não inventei histórias... Disse a verdade pra ele.
Enfim... Ele não pediu mais. Não foi do jeito que eu queria, mas uma etapa se foi.
Fico feliz em ter amamentado até essa idade, e confesso que se não fosse essa síndrome dos ovários policísticos, eu continuaria amamentando.
Minha ginecologista sumiu (deve ter ido viajar), e eu queria fazer uma consulta, então fui em outra, por indicação da minha prima.
Ela me pediu vários exames, e para meu espanto, disse que eu teria que parar de amamentar urgentemente, ou então voltar a tomar a mini-pílula (Cerazette).
Segundo ela, o Diane 35 é considerado um dos anticoncepcionais mais fortes, e que eu estava inserindo hormônio feminino no organismo do meu filho. Fiquei desesperada porque nem minha ginecologista e nem o pediatra me alertaram sobre isso e eu já tinha voltado a tomá-lo alguns meses atrás e continuava amamentando.
Saí de lá com vontade de chorar, desesperada, pois já estava amamentando o Pietro e tomando o Diane 35 há mais ou menos 7 meses!!!
Ainda bem que ele estava usando mais o peito pra chupetar do que pra sugar o leite, mas mesmo assim fiquei preocupadíssima.
Como eu sofro bastante com os ovários policísticos, achei que seria melhor parar de amamentar.
E consegui, apesar do Pietro não ter gostado muito no começo, mas conversei bastante com ele.
Não passei nada com gosto ruim no peito, não inventei histórias... Disse a verdade pra ele.
Enfim... Ele não pediu mais. Não foi do jeito que eu queria, mas uma etapa se foi.
Fico feliz em ter amamentado até essa idade, e confesso que se não fosse essa síndrome dos ovários policísticos, eu continuaria amamentando.
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